glitters


quarta-feira, 1 de junho de 2011

Relatórios


Módulo de Matemática
Tutor Lorival
Escola: Centro de Educação “Profª Alanira Benedita de Carvalho Brito”. APAE
 Cursista: Dilna Aparecida Rufino de Queiroz
Inocência - MS

Atividade Aplicada no
3º ano Ensino Fundamental
Número de alunos: 17 alunos
Professora Mariusa Rodrigues Lima Azambuja.
Dia 13/04/2011
Vespertino

Relatório Fascículo 7 – Resolver problemas: o lado lúdico do ensino da matemática.


TI 4: Descobrindo os segredos dos Jogos (Leituras e atividades complementares).
Após ter jogado e termos discutido as potencialidades dos jogos:
  1. Converse com seus colegas e elabore situações-problema para que seus alunos possam resolver. Não se esqueça de levar em consideração as questões discutidas no módulo sobre resoluções de problemas.
  2. Aplique pelo menos um dos jogos em sua sala de aula. Lembre-se de estar atento às jogadas de seus alunos e fazer intervenções necessárias.
  3. Leve as situações-problema criadas por você para a sala de aula e peça aos alunos para as resolverem.



Jogo do KALAH


Este jogo foi nos apresentado neste fascículo 7, e desde então, tornou-se um sucesso.
Por conta disto resolvi aplicar na sala com o propósito de incrementar a aula com situações-problema criadas após as jogadas.
Organizei o espaço para que todos, mesmo os que não estavam jogando participassem e fosse já se aprimorando para quando fosse a sua vez de jogar, estivesse interagido jogo com o jogo, e deu super certo.
Fizemos os combinados para que houvesse a colaboração de todos principalmente quem estivesse assistindo aos colegas, pois estes que estivessem fora das jogadas era para ir marcando os resultados de cada elemento da dupla. As duplas teriam três rodadas, e assim possibilitar trabalhar bem com situações-problema após todas as jogadas.
Apresentei dois jogos do kalahs para que fosse jogado por duas duplas, com isto dar tempo para todos terem oportunidade de participar.
 Antes de começarmos as jogadas, foi escolhido no “dois ou um”, quem seriam as duplas que iriam começar.
Iniciado o jogo, fomos marcando cada final de rodada os pontos de cada participante que no caso eram 4, pois com dois jogos do kalah havia 4 participantes jogando.


Observação: um dos jogos de KALAH era jogado com pirulitos no lugar das sementes ou outro grão, este jogo foi confeccionado em placa de isopor e bocas de garrafas peti transparente.

Durante o jogo foi uma euforia todos opinavam nas jogadas, mas sem prejudicar o andamento do jogo, e assim foram realizadas as etapas com a participação de todos os alunos formando 8 duplas, e um que jogou duas rodadas pelo fato de serem 17 alunos. Finalizado o jogo começamos a colher os resultados, e colocá-los no quadro, usando as operações de adição e subtração, mas houve um momento e um aluno ao ver o resultado de um colega que tinha feito a mesma pontuação nas três rodadas, disse que poderia então multiplicar o resultado por três que conseguiria a resposta mais rápido que na adição.

Situações-Problema
Exemplos:
1.      Quantas duplas foram formadas?
2.      Quantas rodadas cada dupla jogou?
3.      Quantos pontos cada um fez nas três rodadas em que participou?
4.      Quantos pontos a Yasmim fez a mais que a Dutiely?

Durante as respostas, percebi o quanto foi grandioso a realização deste trabalho, pois com um simples jogo, podemos fazer descobertas, ensinar de maneira lúdica e agradar nossos alunos ao mesmo tempo. O uso do pirulito após o jogo foi outra festa para eles, o retorno que nossos alunos nos dão quanto elaboramos uma atividade pensando em ensinar e tornar momentos agradáveis é maravilhoso. Os alunos não queriam mais parar de jogar, e eles mesmos iam anotando, pois com três jogadas o resultado final da dupla às vezes surpreendia quem havia ganhado duas rodadas, pois com a diferença de números em uma das jogadas, dava a vitória para aquele que havia ganhado uma só vez, mas com diferença grande de pontuação.




"A principal meta da educação é criar homens que sejam capazes de fazer coisas novas, não simplesmente repetir o que outras gerações já fizeram. Homens que sejam criadores, inventores, descobridores. A segunda meta da educação é formar mentes que estejam em condições de criticar, verificar e não aceitar tudo que a elas se propõe." (Jean Piaget) 

"Nesta vida pode-se aprender 3 coisas de uma criança: estar sempre alegre, nunca ficar inativo e chorar com força por tudo que se quer."Leminski 

quarta-feira, 13 de abril de 2011

RELATÓRIO - TRATAMENTO DA INFORMAÇÃO - Gráficos e Tabelas








Módulo de Matemática
Tutor Lorival
Escola: Centro de Educação “Profª Alanira Benedita de Carvalho Brito”. APAE
Dilna Aparecida Rufino de Queiroz
Inocência - MS


RELATÓRIO
FASCÍCULO 6 - TRATAMENTO DA INFORMAÇÃO

Basta abrirmos um jornal, uma revista ou assistirmos
                                                                                       à televisão para percebermos que, cada vez mais, a               estatística é incluída ao nosso cotidiano e ao de nossos
                                                                                                         estudantes. Informações de toda
                                                                                      natureza passam rapidamente sob nossos olhos em                                                             forma de gráficos e tabela. Este se tornou um hábito tão
comum no dia a dia de qualquer pessoa.


Edna Alves Neves 
Pedagoga
Pós-graduanda em Psicopedagogia Institucional.


  Iniciamos nosso 7º encontro vendo o vídeo “DESAFIANDO GIGANTES”, que conta uma história de luta, superação e motivação para a vida. Sociabilizamos por alguns minutos sobre o vídeo e questionamentos do mesmo. Conversamos sobre o jogo KALAH, que deverá ser entregue no próximo encontro, onde alguns colegas relataram que estão tendo dificuldades em entender o jogo e confeccioná-lo.

Neste Fascículo estudamos sobre:
·        gráficos e tabelas
·        espaço e forma
·        tratamento.

A combinatória:
Tarefa 1 do livro na pág. 9
1º Passo: organizar as informações;
2º Passo: relacionar sabores;
3º Passo: repetição dos mesmos sabores, descarte e intervenção.

A Probabilidade
Tarefa 2 do livro pág.9
Para que ele ganhe 4, 5,6 as possibilidades são 6, e chances 3.

A Estatística
É a coleta, apresentação, análise e interpretação de dados numéricos.
Dados estatísticos serão projetados em gráficos ou tabelas.
Na estatística estuda-se a População e a Amostra.
A população se dá quando é em número pequeno, o que se aproxima do resultado mais possível para realidade, já a amostra se faz quando se quer saber, por exemplo, qual a preferência eleitoral de uma cidade, estado ou país.
 Elementos importantes em uma tabela:
Cabeçalho, corpo, rodapé.
As tabelas são classificadas como: série cronológica, temporal, evolutiva ou histórica;
Série geográfica ou de localização; série específica e de distribuição de freqüência.
Os gráficos é a maneira mais exata e objetiva para o entendimento das estatísticas propostas para o leitor. Os gráficos de barras; gráficos de segmentos e gráficos de setores, qualquer um destes gráficos mostra visualmente para o leitor o resultado de maneira clara.


A Estatística reúne os dados coletados em tabelas, divulgando os resultados pesquisacionais na forma de gráficos, que traduzem de forma clara e objetiva os resultados obtidos. Um ótimo material a ser trabalhado nas aulas é o uso de jornais e revistas, que sempre possuem em suas matérias e artigos diferentes modelos de tabelas e gráficos.
É muito importante a forma construtiva de uma tabela, os alunos precisam aprender a organizar os dados coletados em linha e colunas. A construção inicial deve ser manual, os desenhos devem ser feitos no próprio caderno no sentido de registro permanente. Nesse momento fica a critério do professor interdisciplinarizar a Matemática com a Informática, pois as tabelas poderão ser construídas em alguns editores de planilhas, como o Excel e o Calc, que também constroem gráficos.

A identificação de gráficos e construção dos mesmos baseados nos tipos de informações que serão passadas é de extrema importância na finalização dessa parte informativa e estrutural da Estatística. Os modelos de gráficos a serem construídos e que se destacam como os mais usuais pelos meios de comunicação são os seguintes: gráfico de barras, setores ou pizza, colunas e linha ou segmentos. 


Por Marcos Noé
Graduado em Matemática
Equipe Brasil Escola


quarta-feira, 6 de abril de 2011

Tabuada em gráficos



TABUADA DO 2

TABUADA DO 3


TABUADA DO 4





sábado, 2 de abril de 2011

PRÓ LETRAMENTO - JOGO CONTIG 60


PRÓ LETRAMENTO - JOGO CONTIG 60


    Este jogo foi desenvolvido pelo norte-americano John C. Del Regato,

 que levou muitos anos para conseguir dar a ele o formato

 atual, tanto em relação ao tabuleiro quanto às regras.

Material
Tabuleiro
25 fichas de uma cor.
25 fichas de cor diferente.
3 dados.

Objetivos: desenvolvimento do cálculo mental com as quatro operações básicas da matemática, capacidade de resolver problemas, raciocínio-lógico matemático e estratégia.

Número de participantes: dois jogadores ou duas duplas.

Regras: Defini-se inicialmente o número de pontos necessários para ganhar o jogo (30 ou 40 pontos). Os adversários jogam alternadamente. Cada jogador joga os três dados, constrói uma sentença numérica usando os números indicados pelos dados e uma ou duas operações diferentes. Por exemplo, com os números 2, 3 e 4 o jogador poderá construir (2 + 3) x 4 = 20. O jogador, nesse caso, cobriria o espaço marcado com o número 20 com uma ficha da sua cor. Só é permitido usar as quatro operações básicas. Um ponto é ganho por colocar uma ficha ao lado de outra ficha qualquer. Se posicionar sua ficha ao lado de três outras fichas (na horizontal, vertical ou diagonal) leva três pontos. A cor das fichas nos espaços ocupados não faz diferença. Se um jogador passar sua jogada, por acreditar que não é possível fazer uma sentença numérica com aqueles valores dos dados, o adversário terá uma opção a tomar. Se o adversário achar uma jogada com os dados jogados pelo colega, ele pode fazer antes de sua própria jogada. Ele ganhará neste caso, o dobro do número de pontos, e em seguida poderá fazer sua própria jogada. O jogo termina quando o jogador conseguir atingir o número de pontos definidos no início do jogo ou ao colocar 5 fichas da mesma cor em linha reta sem que nenhuma ficha do adversário intervenha. Essa linha poderá ser horizontal, vertical ou diagonal.

RACIOCÍNIOS ENVOLVIDOS
- Resolução de problemas.
- Cálculo: adição, subtração, multiplicação, divisão, probabilidade.
- Lógico: observação, hipótese e experimentação, raciocínio dedutivo, raciocínio indutivo,combinatória.
- Geométrico/Espacial: direcionalidade.


ESTA É A TABELA ORIGINAL DO JOGO

Fascículo 7 - Problemas


Módulo de Matemática
Tutor Lorival
Escola: Centro de Educação “Profª Alanira Benedita de Carvalho Brito”. APAE
 Dilna Aparecida Rufino de Queiroz
Inocência - MS



Relatório sobre Avaliação em matemática.

                                                               
É importante recordar que a natureza das aulas de Matemática
deverá modificar-se para transformar o papel tradicional do
professor como transmissor de conhecimentos, e do aluno como
agente passivo, para enfatizar a aprendizagem matemática
através da resolução de problemas, discussão e outras práticas
que impliquem na atividade do aluno, uma aprendizagem onde
o aluno é agente de seu processo de ensino e aprendizagem
e o professor é um orientador desse processo (Micotti, 1999).

          Os testes apresentados nas páginas 08 e 10, nos o mostra o quanto a professora tenta de forma até mesmo rude avaliar o que seus alunos estão tentando mostrar, pois se nós professores temos uma maneira de avaliar, sabendo disso temos que entender que cada aluno tem uma maneira de demonstrar seu aprendizado. E cabe a nós profissionais entender e analisar cada resposta com muito cuidado.
           Na avaliação baseada somente nos testes, o professor menospreza o conhecimento prévio dos estudantes e esconde as concepções errôneas, assim os estudantes baseiam suas condutas em simples repetições. Quando isso ocorre, muitos aspectos do conhecimento matemático deixam de ser avaliados, empobrecendo o valor da Matemática e fazendo com que o professor siga sendo basicamente um portador e transmissor de conhecimentos, enquanto o aluno não passa de um ser passivo que não faz mais do que devolver nas avaliações, reproduções mecânicas daquilo que viu nas aulas de Matemática.
De maneira geral, percebe-se que quando o trabalho é feito de maneira diferenciada, o interesse dos alunos também apresenta diferenças.
Devemos relacionar a matemática com o cotidiano e os alunos percebem que ela não é uma disciplina abstrata.
Além do mais, quando a avaliação é efetuada junto com o processo de ensino, os resultados são diferentes, mostrando que o ensino, aprendizagem e avaliação de Matemática devem ser feitos ao mesmo tempo, ou seja, não devem ser momentos separados.
A avaliação usando uma maneira lúdica e continuada, unida ao trabalho individual ou em grupo e este unido à relação dos conteúdos com a realidade, mostra ao professor, ao aluno, enfim, mostra a toda a comunidade escolar que é possível avaliar em Matemática, sem utilizar somente os instrumentos tradicionais de avaliação, e que no momento em que o aluno está sendo avaliado é, também, um momento de aprender, ou seja, que se  pode avaliar ensinando e se ensinar avaliando.
Desta maneira conclui-se que a avaliação deve apoiar a aprendizagem das
Matemáticas relevantes e prover informações úteis tanto para professores quanto para
estudantes e, nesse sentido, quando a avaliação é parte integrante do processo de ensino da Matemática, esta contribui significativamente para a aprendizagem, informando e guiando os professores quando tenham que tomar decisões sobre sua maneira de ensinar. As tarefas que os professores selecionam para avaliar se convertem em uma mensagem para os estudantes sobre que tipo de conhecimento matemático e que capacidades são avaliadas.
      A principal função da forma de avaliação é verificar o que o aluno aprendeu e tomar uma base de decisão para aperfeiçoar diariamente o processo ensino-aprendizagem na busca de melhores resultados. Os resultados obtidos pelos alunos na aprendizagem, nos mais diferentes momentos do trabalho, estão diretamente ligados aos procedimentos de ensino utilizados pelo professor. A verificação e a qualificação dos resultados da aprendizagem no início, durante e o final das unidades didáticas visam sempre a diagnosticar e superar dificuldades, corrigir falhas e estimular os alunos a que continuem dedicando-se ao estudo. Podemos dizer que o aproveitamento do aluno reflete, em grande parte, a atuação didática do professor. Dessa forma, o ato de avaliar fornece informações importantes que permitem verificar diretamente o nível de aprendizagem dos alunos e também, indiretamente, determinar a qualidade do processo de ensino e, conseqüentemente, o sucesso do trabalho docente. Nesse sentido, a avaliação tem uma função de fornecer dados ao professor para repensar e replanejar sua atuação didática, visando o aperfeiçoamento e tendo melhores resultados no ensino-aprendizagem.



“Fala-se tanto da necessidade de deixar um
planeta melhor para as próximas gerações e,
esquece-se da urgência de se deixar
gerações melhores para o nosso planeta."

quarta-feira, 30 de março de 2011

Cantinho da APAE: Curso Pró Letramento.

Cantinho da APAE: Curso Pró Letramento.: "Os professores juntamente com a direção e coordenação pedagógica da Apae estarão participando neste ano do Pró Letramento.O Pró-Letramento..."

terça-feira, 22 de março de 2011

Estudos matemáticos


Módulo de Matemática
Tutor Lorival
Escola: Centro de Educação “Profª Alanira Benedita de Carvalho Brito”. APAE
 Dilna Aparecida Rufino de Queiroz
Inocência-MS


E.E. 1º e 2º grau “João Pereira Valin”
Sala: 2º ANO  Nº de alunos: 22
Dia 18/03/2011       Período Matutino
  
1-     Atividade lúdica de ordenação de números naturais na linha reta.

Objetivos:
  • Identificar números até 50.
  • Ler, escrever, agrupar, ordenar, seqüência com diferentes contagens.
  • Representar e identificar o sucessor e o antecessor de um número.
  • Despertar para competição em equipe.
  • Interação e concentração.

Conteúdos:
  • Leitura e escrita dos números até 50.
  • Seqüência numérica.

Tempo estimado:

1 (uma) Aula

Desenvolvimento:

1º etapa:
 Qual é a importância dos números para nós; mostrar dentro da sala a quantidade de vários mobiliários, contar juntamente com os alunos comparando quantidades; explicar e desenvolver atividade escrita.

2º etapa:

Atividade lúdica na quadra da escola, com o jogo da “Trilha dos números”.
Primeiramente faz-se o combinado com os alunos quanto às regras e a importância da participação de todos. Na quadra por ser um lugar mais amplo, desenha-se a trilha com 50 casas. Cada aluno na sua vez joga o dado e o número que sair, ele anda na trilha. Se acertar o nº. de casas ele ganha uma fitinha no braço direito, se não acertar, não ganha a fitinha. Finalmente ganha quem conseguir mais fitinha no braço.






RELATO DA EXPERIÊNCIA

  Conversamos antes com a professora titular e nos informamos qual era o grau de aprendizado dos alunos e o que poderíamos estar trabalhando para contribuir e incrementar suas aulas, e que fosse de acordo com a tarefa do nosso tutor. Apresentamos-nos e fomos recebidas com muita alegria e ansiedade pelos alunos, pois a titular já os havia preparado.
  Durante a execução das atividades podemos observar que a turma não possui muitas dificuldades, alguns alunos apresentaram mais lentidão na escrita, porém durante as contagens, a participação foi unânime. Na sala há uma tabela numérica de 0 a 50, que serve de apoio para alguns alunos, e que também auxiliou durante as contagens para comparações e descrições de dezenas e unidades. Usamos mobiliários da sala, objetos diversos e os próprios alunos para contarmos juntos. Na atividade (nº2) dos símbolos, 6 alunos tiveram dificuldades em dar seqüência e descobrir o nº referente ao símbolo, somente contando número por número é que conseguiam, mas mesmo assim 2 alunos não terminaram. Observando a 3º atividade percebemos que alguns sentiram dificuldades em escrever do 50 ao 1, mas logo tiveram a idéia de iniciar escrevendo a partir do nº 1, até um aluno observando que o colega estava com dificuldades, disse para ele começar de baixo que seria mais fácil, e assim ele o fez, e terminou rapidinho.

  Elaboramos uma atividade extra-classe, onde aplicamos o jogo da trilha dos números. Fizemos os combinados na sala, e na quadra desenhamos a trilha que elaboramos para ser de 1 a 50, mas adaptamos para 1 a 25, pois havíamos planejado com a professora o período de uma aula, porém as atividades se estenderam e ocupamos duas de suas aulas.
Tivemos também que formar duplas para que o jogo fosse mais rápido, por conta do número de alunos terminaria muito tarde e não daria tempo de concluir.
O jogo foi muito produtivo, conseguimos despertar o espírito de equipe, de competição, pois todos estavam atentos para acertar, no final explicamos o resultado do jogo e premiamos com balas, também aproveitamos para contar e selecionar as balas, com quantas balas cada um iria ficar dividindo pelo total de alunos.
Agradeço a oportunidade e a confiança da professora titular, para realização deste trabalho.