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sábado, 2 de abril de 2011

PRÓ LETRAMENTO - JOGO CONTIG 60


PRÓ LETRAMENTO - JOGO CONTIG 60


    Este jogo foi desenvolvido pelo norte-americano John C. Del Regato,

 que levou muitos anos para conseguir dar a ele o formato

 atual, tanto em relação ao tabuleiro quanto às regras.

Material
Tabuleiro
25 fichas de uma cor.
25 fichas de cor diferente.
3 dados.

Objetivos: desenvolvimento do cálculo mental com as quatro operações básicas da matemática, capacidade de resolver problemas, raciocínio-lógico matemático e estratégia.

Número de participantes: dois jogadores ou duas duplas.

Regras: Defini-se inicialmente o número de pontos necessários para ganhar o jogo (30 ou 40 pontos). Os adversários jogam alternadamente. Cada jogador joga os três dados, constrói uma sentença numérica usando os números indicados pelos dados e uma ou duas operações diferentes. Por exemplo, com os números 2, 3 e 4 o jogador poderá construir (2 + 3) x 4 = 20. O jogador, nesse caso, cobriria o espaço marcado com o número 20 com uma ficha da sua cor. Só é permitido usar as quatro operações básicas. Um ponto é ganho por colocar uma ficha ao lado de outra ficha qualquer. Se posicionar sua ficha ao lado de três outras fichas (na horizontal, vertical ou diagonal) leva três pontos. A cor das fichas nos espaços ocupados não faz diferença. Se um jogador passar sua jogada, por acreditar que não é possível fazer uma sentença numérica com aqueles valores dos dados, o adversário terá uma opção a tomar. Se o adversário achar uma jogada com os dados jogados pelo colega, ele pode fazer antes de sua própria jogada. Ele ganhará neste caso, o dobro do número de pontos, e em seguida poderá fazer sua própria jogada. O jogo termina quando o jogador conseguir atingir o número de pontos definidos no início do jogo ou ao colocar 5 fichas da mesma cor em linha reta sem que nenhuma ficha do adversário intervenha. Essa linha poderá ser horizontal, vertical ou diagonal.

RACIOCÍNIOS ENVOLVIDOS
- Resolução de problemas.
- Cálculo: adição, subtração, multiplicação, divisão, probabilidade.
- Lógico: observação, hipótese e experimentação, raciocínio dedutivo, raciocínio indutivo,combinatória.
- Geométrico/Espacial: direcionalidade.


ESTA É A TABELA ORIGINAL DO JOGO

Fascículo 7 - Problemas


Módulo de Matemática
Tutor Lorival
Escola: Centro de Educação “Profª Alanira Benedita de Carvalho Brito”. APAE
 Dilna Aparecida Rufino de Queiroz
Inocência - MS



Relatório sobre Avaliação em matemática.

                                                               
É importante recordar que a natureza das aulas de Matemática
deverá modificar-se para transformar o papel tradicional do
professor como transmissor de conhecimentos, e do aluno como
agente passivo, para enfatizar a aprendizagem matemática
através da resolução de problemas, discussão e outras práticas
que impliquem na atividade do aluno, uma aprendizagem onde
o aluno é agente de seu processo de ensino e aprendizagem
e o professor é um orientador desse processo (Micotti, 1999).

          Os testes apresentados nas páginas 08 e 10, nos o mostra o quanto a professora tenta de forma até mesmo rude avaliar o que seus alunos estão tentando mostrar, pois se nós professores temos uma maneira de avaliar, sabendo disso temos que entender que cada aluno tem uma maneira de demonstrar seu aprendizado. E cabe a nós profissionais entender e analisar cada resposta com muito cuidado.
           Na avaliação baseada somente nos testes, o professor menospreza o conhecimento prévio dos estudantes e esconde as concepções errôneas, assim os estudantes baseiam suas condutas em simples repetições. Quando isso ocorre, muitos aspectos do conhecimento matemático deixam de ser avaliados, empobrecendo o valor da Matemática e fazendo com que o professor siga sendo basicamente um portador e transmissor de conhecimentos, enquanto o aluno não passa de um ser passivo que não faz mais do que devolver nas avaliações, reproduções mecânicas daquilo que viu nas aulas de Matemática.
De maneira geral, percebe-se que quando o trabalho é feito de maneira diferenciada, o interesse dos alunos também apresenta diferenças.
Devemos relacionar a matemática com o cotidiano e os alunos percebem que ela não é uma disciplina abstrata.
Além do mais, quando a avaliação é efetuada junto com o processo de ensino, os resultados são diferentes, mostrando que o ensino, aprendizagem e avaliação de Matemática devem ser feitos ao mesmo tempo, ou seja, não devem ser momentos separados.
A avaliação usando uma maneira lúdica e continuada, unida ao trabalho individual ou em grupo e este unido à relação dos conteúdos com a realidade, mostra ao professor, ao aluno, enfim, mostra a toda a comunidade escolar que é possível avaliar em Matemática, sem utilizar somente os instrumentos tradicionais de avaliação, e que no momento em que o aluno está sendo avaliado é, também, um momento de aprender, ou seja, que se  pode avaliar ensinando e se ensinar avaliando.
Desta maneira conclui-se que a avaliação deve apoiar a aprendizagem das
Matemáticas relevantes e prover informações úteis tanto para professores quanto para
estudantes e, nesse sentido, quando a avaliação é parte integrante do processo de ensino da Matemática, esta contribui significativamente para a aprendizagem, informando e guiando os professores quando tenham que tomar decisões sobre sua maneira de ensinar. As tarefas que os professores selecionam para avaliar se convertem em uma mensagem para os estudantes sobre que tipo de conhecimento matemático e que capacidades são avaliadas.
      A principal função da forma de avaliação é verificar o que o aluno aprendeu e tomar uma base de decisão para aperfeiçoar diariamente o processo ensino-aprendizagem na busca de melhores resultados. Os resultados obtidos pelos alunos na aprendizagem, nos mais diferentes momentos do trabalho, estão diretamente ligados aos procedimentos de ensino utilizados pelo professor. A verificação e a qualificação dos resultados da aprendizagem no início, durante e o final das unidades didáticas visam sempre a diagnosticar e superar dificuldades, corrigir falhas e estimular os alunos a que continuem dedicando-se ao estudo. Podemos dizer que o aproveitamento do aluno reflete, em grande parte, a atuação didática do professor. Dessa forma, o ato de avaliar fornece informações importantes que permitem verificar diretamente o nível de aprendizagem dos alunos e também, indiretamente, determinar a qualidade do processo de ensino e, conseqüentemente, o sucesso do trabalho docente. Nesse sentido, a avaliação tem uma função de fornecer dados ao professor para repensar e replanejar sua atuação didática, visando o aperfeiçoamento e tendo melhores resultados no ensino-aprendizagem.



“Fala-se tanto da necessidade de deixar um
planeta melhor para as próximas gerações e,
esquece-se da urgência de se deixar
gerações melhores para o nosso planeta."

quarta-feira, 30 de março de 2011

Cantinho da APAE: Curso Pró Letramento.

Cantinho da APAE: Curso Pró Letramento.: "Os professores juntamente com a direção e coordenação pedagógica da Apae estarão participando neste ano do Pró Letramento.O Pró-Letramento..."

terça-feira, 22 de março de 2011

Estudos matemáticos


Módulo de Matemática
Tutor Lorival
Escola: Centro de Educação “Profª Alanira Benedita de Carvalho Brito”. APAE
 Dilna Aparecida Rufino de Queiroz
Inocência-MS


E.E. 1º e 2º grau “João Pereira Valin”
Sala: 2º ANO  Nº de alunos: 22
Dia 18/03/2011       Período Matutino
  
1-     Atividade lúdica de ordenação de números naturais na linha reta.

Objetivos:
  • Identificar números até 50.
  • Ler, escrever, agrupar, ordenar, seqüência com diferentes contagens.
  • Representar e identificar o sucessor e o antecessor de um número.
  • Despertar para competição em equipe.
  • Interação e concentração.

Conteúdos:
  • Leitura e escrita dos números até 50.
  • Seqüência numérica.

Tempo estimado:

1 (uma) Aula

Desenvolvimento:

1º etapa:
 Qual é a importância dos números para nós; mostrar dentro da sala a quantidade de vários mobiliários, contar juntamente com os alunos comparando quantidades; explicar e desenvolver atividade escrita.

2º etapa:

Atividade lúdica na quadra da escola, com o jogo da “Trilha dos números”.
Primeiramente faz-se o combinado com os alunos quanto às regras e a importância da participação de todos. Na quadra por ser um lugar mais amplo, desenha-se a trilha com 50 casas. Cada aluno na sua vez joga o dado e o número que sair, ele anda na trilha. Se acertar o nº. de casas ele ganha uma fitinha no braço direito, se não acertar, não ganha a fitinha. Finalmente ganha quem conseguir mais fitinha no braço.






RELATO DA EXPERIÊNCIA

  Conversamos antes com a professora titular e nos informamos qual era o grau de aprendizado dos alunos e o que poderíamos estar trabalhando para contribuir e incrementar suas aulas, e que fosse de acordo com a tarefa do nosso tutor. Apresentamos-nos e fomos recebidas com muita alegria e ansiedade pelos alunos, pois a titular já os havia preparado.
  Durante a execução das atividades podemos observar que a turma não possui muitas dificuldades, alguns alunos apresentaram mais lentidão na escrita, porém durante as contagens, a participação foi unânime. Na sala há uma tabela numérica de 0 a 50, que serve de apoio para alguns alunos, e que também auxiliou durante as contagens para comparações e descrições de dezenas e unidades. Usamos mobiliários da sala, objetos diversos e os próprios alunos para contarmos juntos. Na atividade (nº2) dos símbolos, 6 alunos tiveram dificuldades em dar seqüência e descobrir o nº referente ao símbolo, somente contando número por número é que conseguiam, mas mesmo assim 2 alunos não terminaram. Observando a 3º atividade percebemos que alguns sentiram dificuldades em escrever do 50 ao 1, mas logo tiveram a idéia de iniciar escrevendo a partir do nº 1, até um aluno observando que o colega estava com dificuldades, disse para ele começar de baixo que seria mais fácil, e assim ele o fez, e terminou rapidinho.

  Elaboramos uma atividade extra-classe, onde aplicamos o jogo da trilha dos números. Fizemos os combinados na sala, e na quadra desenhamos a trilha que elaboramos para ser de 1 a 50, mas adaptamos para 1 a 25, pois havíamos planejado com a professora o período de uma aula, porém as atividades se estenderam e ocupamos duas de suas aulas.
Tivemos também que formar duplas para que o jogo fosse mais rápido, por conta do número de alunos terminaria muito tarde e não daria tempo de concluir.
O jogo foi muito produtivo, conseguimos despertar o espírito de equipe, de competição, pois todos estavam atentos para acertar, no final explicamos o resultado do jogo e premiamos com balas, também aproveitamos para contar e selecionar as balas, com quantas balas cada um iria ficar dividindo pelo total de alunos.
Agradeço a oportunidade e a confiança da professora titular, para realização deste trabalho.